Projetos da Ferroeste interessam ao MS

Data 17/04/2012 | Assunto: Notícias

Os estudos para a implantação da Ferroeste que liga Maracajú e Dourados ao Porto de Paranaguá começam em maio. O anúncio foi feito pelo presidente da Valec – Engenharia,Construções e Ferrovias (órgão ligado ao Ministério dos Transportes), José Eduardo Sabóya Castelo Branco na semana passada. Segundo o presidente, os estudos para formulação de projetos, traçados, viabilidade socioeconômico e ambiental, para o novo trecho da ferrovia será licitado no dia 5 de maio.
Os estudos para a implantação da Ferroeste que liga Maracajú e Dourados ao Porto de Paranaguá começam em maio. O anúncio foi feito pelo presidente da Valec – Engenharia,Construções e Ferrovias (órgão ligado ao Ministério dos Transportes), José Eduardo Sabóya Castelo Branco na semana passada. Segundo o presidente, os estudos para formulação de projetos, traçados, viabilidade socioeconômico e ambiental, para o novo trecho da ferrovia será licitado no dia 5 de maio.
O estudo solicitado pelo deputado federal Geraldo Resende foi apresentado, no ano passado, pelos governadores, bancadas e técnicos dos Estados de Mato Grosso do Sul e do Paraná. “O traçado alternativo ainda está em análise, mas a informação de que o ramal do modal, que parte de Maracajú, e passando por Dourados, já estar listado como prioridade, é uma boa notícia”, comemorou.
Segundo o presidente da Valec, “o levantamento do traçado alternativo solicitado por Geraldo prossegue. Mas o que é viável no momento é esta ligação em Mato Grosso do Sul”. As linhas férreas também passarão por Mundo Novo e Cascavél (PR).
“Realizei esta solicitação por estar ciente da inclusão da Ferrovia de Integração Centro-Oeste no cronograma de obras deste órgão, no trecho com cerca de 1.000 quilômetros entre Campinorte (GO) e Lucas do Rio Verde (MT), que deve ficar pronto em 24 meses após o início das obras, ou seja, no fim de 2015”, explicou o parlamentar, ao priorizar Mato Grosso do Sul.
“O transporte de cargas por trilhos é três vezes mais barato que pelas rodovias e quero carrear a rica produção de meu Estado, por este modal”, finalizou Geraldo Resende.



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