Paraná estará no programa de logística, diz ministra

Data 22/08/2012 | Assunto: Notícias

A ministra chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, esteve no sábado (18) em Toledo para reforçar o apoio a candidatura de Beto Lunitti e Pelanka para a administração municipal. Em entrevista coletiva concedida à imprensa na sede da Cotroledo, a ministra garantiu atenção à região e rebateu as críticas do Paraná não ter sido contemplado no Programa de Investimento em Logística Rodoviária e Ferroviária do governo federal.
Os projetos divulgados na semana passada geraram reclamações dos representantes estaduais. O secretário estadual de Infraestrutura e Logística, José Richa Filho, afirma que o governo federal ignora a Ferroeste e a capacidade do Porto de Paranaguá propondo a construção de uma ferrovia paralela. Já Gleisi garante que o Paraná não ficou de fora dos investimentos.
“Estamos fazendo uma linha que sai de Maracajú, no Mato Grosso do Sul, entra por Guaíra, vem a Cascavel, vai a Guarapuava, Irati e Engenheiro Blein, saindo por Mafra, em Santa Catarina. Assim podemos usar então até o Porto de Rio Grande”, detalha.


A ministra chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, esteve no sábado (18) em Toledo para reforçar o apoio a candidatura de Beto Lunitti e Pelanka para a administração municipal. Em entrevista coletiva concedida à imprensa na sede da Cotroledo, a ministra garantiu atenção à região e rebateu as críticas do Paraná não ter sido contemplado no Programa de Investimento em Logística Rodoviária e Ferroviária do governo federal.
Os projetos divulgados na semana passada geraram reclamações dos representantes estaduais. O secretário estadual de Infraestrutura e Logística, José Richa Filho, afirma que o governo federal ignora a Ferroeste e a capacidade do Porto de Paranaguá propondo a construção de uma ferrovia paralela. Já Gleisi garante que o Paraná não ficou de fora dos investimentos.
“Estamos fazendo uma linha que sai de Maracajú, no Mato Grosso do Sul, entra por Guaíra, vem a Cascavel, vai a Guarapuava, Irati e Engenheiro Blein, saindo por Mafra, em Santa Catarina. Assim podemos usar então até o Porto de Rio Grande”, detalha.
A senadora explica que a outra linha vem de São Paulo, passa por Ponta Grossa, Engenheiro Blein e vai para Mafra. “Ela faz cruzamento com a outra, assim pode ser usado tanto o Porto de Rio Grande como Paranaguá para escoar a produção da região Oeste e do Mato Grosso do Sul”, garante.
Ela justifica que o porto de Paranaguá, mesmo com investimentos que serão feitos porque terá o plano de portos, não comporta a produção crescente do país. “Este plano das rodovias e ferrovias foi pensado em uma logística nacional integrada dos grandes corredores de produção”, afirma.
DE FORA
Segundo Gleisi, o trecho que não entrou na licitação, de Irati a Paranaguá, tem justificativa técnica. “Porque temos um problema ambiental na serra do mar e não concluímos o estudo de viabilidade. Não sabemos se fazemos apenas uma ferrovia para ir e vir, ou duas, uma para descer e outra para subir contornando o litoral e vindo por Santa Catarina”, explica.
Conforme pontua, este é o trecho mais delicado, com maior área de mata atlântica contínua. “Portanto é difícil e não conseguimos terminar, vamos publicar em setembro a licitação do serviço que vai fazer a análise deste trecho”, revela ao garantir que mesmo sem esta inclusão no plano, o estado foi contemplado com investimentos. “Mas vamos precisar de acordo com o governo do estado porque as bitolas são estreitas e vamos fazer toda a integração nacional com bitolas de 1,6 metros para o escoamento da produção”, salienta.
RODOVIAS
Com relação às rodovias, a ministra garantiu que a o plano não fortaleceu as concessões na região porque no Paraná já existem muitas rodovias pedagiadas e ainda há previsão de investimentos do PAC . “Focamos as regiões do país que têm poucas rodovias pedagiadas e menos investimento do PAC, como Minas Gerais e o Centro Oeste”, assegura.
A senadora exemplifica que no Paraná há previsão de investimento de mais de R$ 1,9 bilhões pelo PAC até novembro. “E a BR 163, trecho de Toledo a Marechal Cândido Rondon, vamos duplicar, já está previsto no programa um investimento de R$ 200 milhões e a licitação deve estar concluída até julho de 2013. Mesmo período se fosse feita a concessão, mas não será pedagiada”, compara.





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