Dnit doa peças da antiga Rede Ferroviária para a Ferroeste

Data 25/06/2013 | Assunto: Notícias

Peças e equipamentos da antiga Rede Ferroviária (RFFSA) foram transferidos de forma definitiva para a Ferroeste. A quantidade de material passa de meio milhão de toneladas. O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) assinou o termo de doação dos bens para a empresa paranaense. Antes, a Ferroeste tinha apenas a cessão do material.
Peças e equipamentos da antiga Rede Ferroviária (RFFSA) foram transferidos de forma definitiva para a Ferroeste. A quantidade de material passa de meio milhão de toneladas. O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) assinou termo de doação dos bens para a empresa paranaense. Antes, a Ferroeste tinha apenas a cessão do material.

Até agora foram transportadas 31 carretas, com cerca de 450 toneladas de peças que estavam sem uso para Guarapuava, onde ficam as oficinas da Ferroeste. Só este ano chegaram ao Paraná 260 toneladas do depósito do Dnit, em Cruzeiro, no interior de São Paulo.

Parte do material tem sido utilizado na reposição e manutenção das locomotivas da empresa. Mais de 100 toneladas, incluindo carcaças de quatro locomotivas, ainda virão das cidades de Cruzeiro, Bauru, Avaí, Campinas e Sorocaba.

“Com o Termo de Doação, a empresa tem agora o direito de propriedade dos bens”, explica o presidente da Ferroeste, João Vicente Bresolin Araujo. Na situação anterior, em regime de cessão, o uso do material era limitado.

O documento assinado pelo diretor executivo do Dnit, Tarcísio Gomes de Freitas, e pelo coordenador de Administração Patrimonial do órgão, Luciano Sacramento, esclarece que os materiais sob a guarda do Dnit foram considerados “ociosos” e “antieconômicos”, mas “recuperáveis”.

Segundo eles, a doação de bens móveis contribuirá para o desenvolvimento da atividade ferroviária. Entre as peças já de posse da Ferroeste estão mancais para motor diesel, camisas de motor diesel e rolamentos ferroviários de diversos tipos. Também foram entregues bielas de motor diesel e pedais de um equipamento conhecido como “homem morto”, um dispositivo de segurança.

Os equipamentos cedidos pelo Dnit permitiram à Ferroeste recuperar quatro máquinas que estavam inativas, além de modernizar três outras locomotivas, segundo o presidente da companhia.

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